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07/10/11

Budismo... é uma religião e filosofia não-teísta.



Como nasceu o Budismo?

O Budismo nasceu há 2500 anos na Índia. O seu fundador, o Buda histórico, nasceu príncipe na família dos Shakya. Aos 29 anos renunciou ao reino para procurar respostas aos problemas essenciais da humanidade.
Depois de seis anos de estudo junto de alguns Mestres e de meditação solitária na floresta, atingiu a Libertação ou Iluminação. Buda não é um deus nem um profeta. Buda é um estado que qualquer ser humano tem o potencial de alcançar.


Como definir o Budismo?
Contrariamente a muitas outras religiões, o Budismo é não teísta. Quer isto dizer que não contempla e existência de um Deus criador e se preocupa sobretudo em resolver os problemas humanos essenciais.
Os Budistas tibetanos designam-se a si próprios nangpa, "aqueles que procuram dentro de si". Na verdade o budismo é uma via de busca e aperfeiçoamento espiritual.
O seu carácter aberto e não dogmático leva cada vez mais pessoas a considerá-lo como uma filosofia, uma arte de vida e mesmo, segundo a opinião de muitos Mestres budistas contemporâneos, uma ciência do espírito.


Qual é o objectivo do Budismo?
Todos os seres procuram a felicidade. Essa busca rege todos os nossos actos e é a finalidade essencial da nossa vida. O objectivo do Budismo é permitir aos homens alcançar a serenidade e a paz mediante a transcendência do sofrimento. A finalidade é o Estado de Buda, um estado de total liberdade e serenidade.


Quais são os princípios de base do Budismo?
O próprio Buda definiu o seu ensinamento nestes termos:
não cometer acções negativas
realizar acções positivas
ter mestria sobre o espírito.
Um dos princípios essenciais do Budismo é o princípio de não-violência e de respeito por todas as formas de vida.
Conceitos como o de karma, ou lei da causalidade dos nossos actos, e o de renascimento, ou de uma continuidade da consciência numa sucessão de vidas, são também princípios fundamentais da sua filosofia.


Quais são os métodos do Budismo?
Todos os métodos e técnicas budistas desenvolvidos ao longo dos últimos dois mil e quinhentos anos baseiam-se na combinação equilibrada de dois aspectos: a Sabedoria e a Compaixão.
A Compaixão é o desenvolvimento das qualidades de solidariedade, amor e não partidarismo do espírito humano, abrindo-nos para os outros e para nós mesmos. O resultado é a experiência directa da natureza do mundo e do nosso espírito

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