Anêmonas do mar - Imagens de recifes de coral
21/04/12
20/04/12
Cão Biónico
Aqui
está um cão a usar uma pata artificial. Mitzi, como é chamado, foi
considerado como cão biónico, havia três opções dadas pelos médicos. Viver com três patas, eutanásia, ou dar a ele a chance de andar. Os donos do cão não
pensaram duas vezes e ficaram com a terceira opção, dar uma chance de poder andar
novamente. Feliz Animal, com donos fantásticos.
Moluscos marinhos
Moluscos marinhos semelhantes
às lesmas do mar. Dão-se em qualquer lado onde haja água salgada. Existe uma grande
variedade destes moluscos. A principal característica destes animais é a riqueza
de cores que cobre o seu corpo e que lhes permite uma camuflagem eficaz nos
recifes de coral que constituem o seu habitat.
Quatro Estações
Já nem o clima é como antigamente. Se for preciso num dia temos as quatros estações...Tudo muda até o tempo. O ecossistema está cada vez mais afectado com as alterações atmosféricas, com as poluições de gases do desenvolvimento terrestre, e com tudo o tipo de lixo que se vai acumulando, enfim são vários os factores que está a mudar drasticamente o nosso planeta. Será nós, seres humanos, que temos de ter essa preocupação de preservar e defender o nosso lar maior, ( planeta) como o de casa ensinando as boas práticas aos nossos filhos .
19/04/12
Lindos e exóticos
O cavalo-marinho é uma espécie de peixe muito curioso e exótico pela sua aparência, mas também pela maneira como nada. Sua capacidade de nadar é limitada por isso vive em águas calmas, Neste ambiente, o cavalo marinho se enrola mantendo-se imóvel. É lindo e existe várias espécies de cavalos marinhos.
A arte em arame... Imprecionante
O artista inglês Derek Kinzett desenvolveu uma técnica inovadora de criar esculturas usando apenas arame como material.
A pilita alentejana...
Rija, enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.
Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.
Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.
Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.
Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !
Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Ni uma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,
Pois esta estória aqui escrita,
É DA MINHA GATA, A PILITA.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.
Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.
Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.
Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.
Que bich'é que lhe mordeu?
Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.
Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.
Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.
Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.
Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.
Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !
Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Ni uma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,
Pois esta estória aqui escrita,
É DA MINHA GATA, A PILITA.
18/04/12
A palavra mágica
Certa palavra dorme na sombra
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.
de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.
Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.
Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo
minha palavra.
ficará sendo
minha palavra.
Carlos Drummond Andrade
Outra forma de arte
O artista Alan Craig é responsável por um dos trabalhos mais interessantes da atualidade. Ele reúne pessoas, e as organiza, para criarem retratos de ícones da cultura pop.
17/04/12
Acreditar
Uma coisa em que realmente acreditamos, sempre acontece;
e acreditar numa coisa faz com que ela aconteça.
E penso que nenhuma coisa acontecerá
a não ser que acreditemos inteira e profundamente nela.
Frank Lloyd Wright
Solidão
É como ver as flores
e não sentir o odor,
é como ver o Sol
e não sentir o calor.
É como estar nas trevas
e não enxergar a luz,
é dirigir a vida
sem saber o que conduz.
É sentir-se um estranho
em seu próprio corpo,
é não ter a certeza
de estar vivo, ou morto.
É se sentir perdido
dentro do próprio quarto,
é sentir-se uma criança
segundos após o parto.
É achar-se único
em todo o mundo,
é acreditar que o corte
foi bem mais profundo.
É sentir maior, o peso,
de cada respiração,
é não querer sentir-se preso
a uma nova paixão!
Anderson Douglas Ribeiro
Quem sou eu...
Quem sou eu,
Ou o que sou?
Para saber quem sou eu,
Basta saber onde estou.
Estou no mais puro olhar,
Tão fixo, penetrante.
Estou no mais leve afagar
Dos cabelos, pretensioso, mas, cativante.
Estou nas palavras que pronunciam,
Num simples momento de intimidade.
Estou nos pudores que renunciam,
Com tanta freqüência e intensidade.
Estou nos beijos ardentes,
Serenos, ou sufocantes.
Estou nos mútuos movimentos
Dos corpos, ardentemente incessantes.
Estou na respiração ofegante,
No clímax, no auge do ardor,
E é nesse momento, tão importante,
Que me faço presente, na forma de amor!
Anderson Douglas Ribeiro
Ou o que sou?
Para saber quem sou eu,
Basta saber onde estou.
Estou no mais puro olhar,
Tão fixo, penetrante.
Estou no mais leve afagar
Dos cabelos, pretensioso, mas, cativante.
Estou nas palavras que pronunciam,
Num simples momento de intimidade.
Estou nos pudores que renunciam,
Com tanta freqüência e intensidade.
Estou nos beijos ardentes,
Serenos, ou sufocantes.
Estou nos mútuos movimentos
Dos corpos, ardentemente incessantes.
Estou na respiração ofegante,
No clímax, no auge do ardor,
E é nesse momento, tão importante,
Que me faço presente, na forma de amor!
Anderson Douglas Ribeiro
15/04/12
fotografia ao promenor
Deslumbrantes fotos de caracóis. Suren Manvelyan através de suas técnicas de alta resolução, ele consegue criar imagens magníficas e vermos ao pormenor tudo o que a olho nu nunca poderíamos ver.
Arte em penas
Foi durante uma viagem à Nova Zelândia que Ian Davie desenvolveu estas lindas pinturas As obras demonstram um pouco da criatividade do artista britânico ao pintar as penas de animais, especificamente de cisne e ganso. Mas um árduo e meticuloso trabalho se revela na hora de limpar e preparar as penas como se fosse uma tela convencional, mesmo assim, o artista britânico executa maravilhosas paisagens da flora e fauna com perfeição.
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