24/09/11

Bonito Tema...

 Esta é uma música que me trás boas recordações.

22/09/11

Amor Pacífico e Fecundo

Não quero amor
que não saiba dominar-se,
desse, como vinho espumante,
que parte o copo e se entorna,
perdido num instante.

Dá-me esse amor fresco e puro
como a tua chuva,
que abençoa a terra sequiosa,
e enche as talhas do lar.
Amor que penetre até ao centro da vida,
e dali se estenda como seiva invisível,
até aos ramos da árvore da existência,
e faça nascer
as flores e os frutos.
Dá-me esse amor
que conserva tranquilo o coração,
na plenitude da paz!

Rabindranath Tagore

21/09/11

Grande Banda, Grande Som, São Fora de Série...

Retrato

Amo-te; e o teu corpo dobra-se,

no espelho da memória, à luz

frouxa da lâmpada que nos esconde.

Puxo-te para fora

da moldura: e o teu rosto branco

abre um sorriso de água, e

cais sobre mim, como o

tronco suave da noite, para

que te abrace até de madrugada,

quando o sono te fecha os olhos

e o espelho, vazio, me obriga

a olhar-te no reflexo do poema.

Nuno Júdice


20/09/11

Sonhei Contigo...


Embora nenhum sonho possa ter habitantes
tu, a quem chamo amor,
cada ano pudesse trazer um pouco mais
de convicção a esta palavra.

É verdade
o sonho poderá ter feito com que,
nesta rarefacção de ambos,
a tua presença se impusesse
como se cada gesto do poema te restituísse
um corpo que sinto ao dizer o teu nome,
confundindo os teus lábios
com o rebordo desta chávena de café já frio…


Então, bebo-o de um trago.
o mesmo se pode fazer ao amor,
quando entre mim e ti
se instalou todo este espaço, terra, água,
nuvens, rios e o lago obscuro do tempo
que o inverno rouba à transparência das fontes.

É isto, porém, que faz com que a solidão
não seja mais do que um lugar-comum
saber que existes, aí, e estar contigo
mesmo que só o silêncio me responda
quando, uma vez mais te chamo.
Nuno Júdice

As Brincadeiras Do Meu Tempo...

Já não existe nesta geração de crianças se divertirem de uma forma agradável e saudável com brincadeiras que havia no meu tempo. Tanto as raparigas como os rapazes divertiamos de diversas maneiras. Hoje em dia as crianças não brincam, é lhes dado logo para as mãos consolas de jogos, muitos dos quais não serem adequados ás idades pelo seu conteúde violento, como cenas de guerra, destruição, morte, armas e por ai fora.
Aqui ficam algumas dessas minhas brincadeiras da altura:


Saltando à corda

A Roda

Jogo da Macaca


Jogar ao Berlinde


O Famoso Carrinho de Rolamentos


Jogo do Eixo


Arco

Ao Pião




19/09/11

A Leitura da Minha Infância...

Estes foram alguns dos livros de banda desenhada que gostava imenso de ler.




Os famosos livros da Anita...


E as bonitas bonecas de papel de recortar e vestir que eu tanto gostava.

 Que boas recordações deste meu tempo de criança.

18/09/11

Amor & Paixão


O melhor amor é aquele que acorda a alma
e nos faz querer mais,
que coloca fogo em nossos corações
e traz paz às nossas vidas.
Foi isso que tu fizeste comigo
e tu sentiste de igual forma.
Este amor esta paixão
para sempre seremos um só.

As Minhas Memórias de Infância




Como tem acontecido de outras vezes quando me sento ao computador é as lembranças de infância que me vem ao pensamento. Boas lembranças!
Uma dessas minhas agradáveis lembranças era eu ser chamada de vassourinha pelo meu pai. E porquê?
O meu pai era funcionário do cinema Tivoli, era bilheteiro e graças a esse seu trabalho eu tinha a oportunidade de poder ir ver os filmes todos. Ele tinha um horário de entrar cedo ao serviço daí, ele tinha que almoçar também bastante cedo. Eu era criança, tinha os meus 5 anos quando comecei a fazer-lhe companhia á hora do almoço, então sentava-me à mesa e via-o a comer. Ele por sua vez achava graça eu estar ali ao seu lado, e foi a partir daquele momento que tudo começou, ele a deixar propositadamente um restinho de comer para que eu fosse rapar o prato… como me sabia tão bem aquele restinho que ele me deixava. Deliciava-me!
Quando eu não estava na mesa com ele por qualquer motivo, ou estava ocupada a fazer outra coisa chamava-me: vassourinha anda rapar o prato. Foi assim durante muitos anos que esse hábito durou. Penso muitas vezes nestes momentos bons da minha infância. Eu era para o meu pai a sua vassourinha, russinha, e nandocas, era por esses nomes que ele me tratava. Onde quer que ele e minha mãe estejam penso muito neles, e em todas as coisas boas todos os momentos agradáveis que passei enquanto criança e adolescente.

Nanda